Turismo

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Quinta-feira, Dezembro 22, 2005

 
Meus parentes e amigos


Mais um Ano que está indo embora. E agora, o que podemos desejar para o próximo Ano!?


Que as verdadeiras amizades continuem eternas e tenham sempre aquele espaço especial em nossos corações.

Que as lágrimas, mesmo que poucas, sejam compartilhadas.

Que as alegrias estejam sempre presentes e sejam comemoradas por todos.

Que a inocência das nossas crianças e a sabedoria dos nossos velhos, sejam, pelo menos respeitadas.

Que o carinho esteja presente num simples OLÁ, ou em qualquer outra frase, mesmo que digitada rapidamente.

Que os corações estejam sempre abertos para novas amizades, novos amores, novas conquistas.

Que Deus esteja sempre com sua mão estendida, apontando caminhos.

Que as coisas pequenas como a inveja, ciúmes, desamor, sejam banidas de vez das nossas vidas.

Que aquele que necessita de ajuda encontre em nós sempre o conforto, a palavra amiga.

Que a verdade sempre esteja acima de tudo.

Que o perdão e a compreensão superem as mágoas e as desavenças.

Que este nosso pequeno grande mundo seja cada vez mais humano.

Que tudo o que sonhamos seja transformado em realidade.

Que o amor pelo próximo seja nosso meta absoluta.

E que nossa longa jornada nos próximos 365 dias seja repleta de flores.



Um Feliz Natal e um próspero 2006.

de coração


Edu, Sandra, Eduardinho e Gabrielle


PS. Não esqueçam de dizerem "Eu te amo" para as pessoas que amam...

PPS. EU AMO VOCÊS...

posted by Eduardo Pereira at 23:08

Domingo, Julho 18, 2004

 



Times Square - New York



45th and Broadway




Fonte e crédito do blog: http://www.blogstudio.com/barafunda/blogcam2.html

posted by Eduardo Pereira at 15:20

 



Itacoatiara - Niterói - RJ - Brasil




Fonte e crédito do blog: http://www.blogstudio.com/barafunda/blogcam2.html

posted by Eduardo Pereira at 15:10

 



Porto Alegre - RS - Brasil





Fonte e crédito do blog: http://www.blogstudio.com/barafunda/blogcam2.html

posted by Eduardo Pereira at 15:10

 



Rio de Janeiro - Brasil



...

Fonte e crédito do blog: http://www.blogstudio.com/barafunda/blogcam3.html

posted by Eduardo Pereira at 12:15

 



Fernando de Noronha - Brasil




...

Fonte e crédito do blog: http://www.blogstudio.com/barafunda/blogcam3.html

posted by Eduardo Pereira at 11:21

Domingo, Março 28, 2004

 
coluna INFORME JB, de Belisa Ribeiro, publicada no JORNAL DO BRASIL, no dia 22 de março de 2004.

Turismo étnico

A Associação de Empresários Afro-Brasileiros está organizando a primeira empresa de turismo étnico do país, que visa à atração dos afro-descendentes dos Estados Unidos. Eles formam 11% da população americana e viajam principalmente pelo Caribe. Os roteiros iniciais incluem Bahia, Rio e Alagoas, onde é mais forte a cultura africana. A Embratur e a Fundação Palmares participam da iniciativa da entidade, cujo presidente, João Bosco, espera atrair 4 milhões de afro-americanos em três anos, com média de gasto de US$ 1.500 por turista.

coluna INFORME JB, de Belisa Ribeiro, publicada no JORNAL DO BRASIL, no dia 22 de março de 2004.

posted by Eduardo Pereira at 10:05

 
coluna de ANCELMO GÓIS, publicada no jornal O GLOBO, Rio, no dia 26 de março de 2004, caderno Rio.

Verão molhado

Veja como as chuvas do verão prejudicaram o turismo no Rio.

Levantamento da Sociacam, concessionária da Rodoviária Novo Rio, constatou que, na estação, o embarque diminuiu 4,5% em relação ao ano passado.

A maior queda foi para a Região dos Lagos (Cabo Frio, Arraial do Cabo, Búzios, Saquarema).

coluna de ANCELMO GÓIS, publicada no jornal O GLOBO, Rio, no dia 26 de março de 2004, caderno Rio.

posted by Eduardo Pereira at 07:31

Domingo, Fevereiro 29, 2004

 
ok

posted by Eduardo Pereira at 12:50

Quarta-feira, Fevereiro 18, 2004

 
Se dirigir não beba, se beber não dirija!

posted by Eduardo Pereira at 22:00

Quarta-feira, Janeiro 14, 2004

 
S.O.S. turista

Neste fim de semana, um flanelinha da Praça São Judas Tadeu, no Cosme Velho, cobrou de um turista R$ 15 pelo estacionamento numa rua próxima à estação do bondinho. Conseguiu. Será, prenhe de razão, um turista a menos para as estatísticas do ano que vem.

coluna GENTE BOA, de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada no jornal ¿O Globo¿, Rio, no dia 13 de janeiro de 2004, caderno ¿Segundo Caderno¿.


posted by Eduardo Pereira at 17:19

 
S.O.S. turista

Neste fim de semana, um flanelinha da Praça São Judas Tadeu, no Cosme Velho, cobrou de um turista R$ 15 pelo estacionamento numa rua próxima à estação do bondinho. Conseguiu. Será, prenhe de razão, um turista a menos para as estatísticas do ano que vem.

coluna GENTE BOA, de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada no jornal ¿O Globo¿, Rio, no dia 13 de janeiro de 2004, caderno ¿Segundo Caderno¿.


posted by Eduardo Pereira at 17:07

Sábado, Julho 26, 2003

 
Alô, alô, Realengo...

A edição de agosto da revista americana ¿Travel + Leisure¿ traz o resultado do oitavo prêmio ¿The World¿s Best Awards 2003¿, pesquisa com 200 mil leitores.

O Rio, que está no topo da categoria ¿Melhor Destino da América Central/América do Sul/México¿, é o único do Brasil entre os cinco melhores.

Mas...

A revista ¿Viva¿, do argentino ¿Clarín¿, trouxe na capa de 29 de junho uma reportagem que esculacha a Cidade Maravilhosa.

¿No Rio, mandam os traficantes. Isso aconteceria aqui?¿ ¿ pergunta no título.

Espera aí que eu vou perguntar para os argentinos que infestam o Rio ¿ alguns, inclusive, mendigos.

Com todo o respeito.

O Globo, Rio, 24 de julho de 2003, caderno Rio, coluna de ANCELMO GÓIS.


posted by Eduardo Pereira at 15:50

Quinta-feira, Julho 24, 2003

 

Folha de São Paulo, quarta-feira, 02 de julho de 2003, caderno Cotidiano, coluna Urbanidade, de Gilberto
Dimenstein, Colunista da Folha.

gdimen@uol.com.br
O padre que acorda com o sabiá
GILBERTO DIMENSTEIN
COLUNISTA DA FOLHA

O cabelo longo, ajeitado por um rabo-de-cavalo, faz José Maria Fernandes parecer mais um artista plástico do que um padre. O inusitado da aparência mescla-se com o inusual da paisagem em que ele vive. Um sabiá quase sempre pousa no parapeito de sua janela. Silêncio, árvores e pássaros cantando compõem uma paisagem rara para qualquer paulistano -ainda mais para quem vive no poluído centro da cidade.
Desde que foi morar no Pátio do Colégio, no ano de 1999, José Maria dedicou-se a plantar árvores frutíferas no Pátio do Colégio -vieram os frutos e os pássaros. Por cultivar a história, ele começa a atrair agora, além dos pássaros, pessoas.
Pós-graduado em arte sacra pela Universidade Gregoriana, na Itália, ele participou das obras de restauração do Museu do Vaticano, em Roma, e acabou convidado para cuidar do Pátio do Colégio.
O espaço estava deteriorado; o acervo, largado. Para piorar o cenário, o entorno era habitado por mendigos e crianças viciadas em crack. "Quando eu vi o acervo a ser restaurado, percebi que não havia sentido em fazer uma exposição de arte sacra. Centramos o trabalho no resgate da história da cidade."
Além de recuperar o acervo histórico, ele treinou monitores bilíngues para receber visitantes. Quando o padre começou as mudanças, o local era visitado diariamente por 70 pessoas; hoje já acontecem mais de 300 visitas por dia. Esse número ainda deve aumentar porque estão sendo preparados materiais didáticos sobre o Pátio para serem utilizados nas escolas.
Nos últimos meses, o Pátio está entrando na moda, disputado por quem quer fazer festas em ambientes exóticos. Dificilmente um convidado não se impressiona com a combinação de força com história, da beleza do claustro arborizado com a paisagem do horizonte de São Paulo.
É um charme providencial. As festas ajudam a financiar projetos educativos -restauração e música, por exemplo- para as crianças e adolescentes das imediações. "Viramos um laboratório social", diz José Maria, que acabou promovendo um reencontro com a história.
Quando nasceu, há quase 450 anos, o Pátio do Colégio se chamava Escola de Meninos, então uma cabana de pau-a-pique de 90 metros quadrados. "Fomos a única metrópole a nascer de uma escola", orgulha-se.


posted by Eduardo Pereira at 02:07

 
...Rio meu amor!...

Postal noturno

O presidente da GE Produtos de Consumo, James Campbell, chega ao Rio para inaugurar, quarta-feira, a nova iluminação do Pão de Açúcar: 14 projetores a vapor de sódio que aumentarão a intensidade da iluminação em 40%. Tudo foi planejado para não interferir no ecossistema de um dos poucos locais da cidade que preserva resquícios de Mata Atlântica.

Jornal do Brasil, Rio, 10 de julho de 2003, caderno Caderno B, coluna de MÁRCIA PELTIER.


posted by Eduardo Pereira at 02:07

 
Perdas sentidas

Os especialistas em turismo da Federação do Comércio do Estado de São Paulo acreditam que o setor terá um crescimento em torno de 10% nestas férias de julho em relação a julho passado. Mas o desempenho de 2002 foi tão ruim, que nem assim será possível reverter as perdas. O turismo interno movimentou 3 milhões de passageiros em 2002.

Valor Econômico, 02 de julho de 2003, caderno 1º Caderno, coluna DIÁRIO, Silvana Quaglio, Editora.
silvana.quaglio@valor.com.br


posted by Eduardo Pereira at 02:06

Quarta-feira, Julho 23, 2003

 
Aquele abraço

O jornalão inglês ¿The Guardian¿ publicou pesquisa com 24 mil leitores sobre destinos turísticos preferidos.

Apesar dos pesares, o Rio ficou em 6 lugar na lista ¿ à frente, acredite, de Nova York, Chicago e Veneza.

O Globo, Rio, 04 de julho de 2003, caderno Rio, coluna de ANCELMO GÓIS.
freipaulo@oglobo.com.br



posted by Eduardo Pereira at 05:46

Segunda-feira, Julho 21, 2003

 
Nudez legalizada

Naturismo não é safadeza, diz Belmiro Portilho, dono do clube de nudismo Sol e Saúde, em Guaratiba. ¿Aqui, o ambiente é familiar¿, garante. Tão familiar que no carnaval, quando o clube ficou fechado, o espaço foi cedido a uma igreja metodista. Belmiro, cujo paraíso registra a média de 30 praticantes nos fins de semana do inverno, torce pela aprovação em Brasília do projeto que regulamenta as praias de nudismo no país.

O Globo, Rio, XX de julho de 2003, caderno Rio, coluna GENTE BOA, de Joaquim Ferreira dos Santos.


posted by Eduardo Pereira at 19:39

Domingo, Julho 20, 2003

 
Palácio aberto

No dia 8 de agosto, pela primeira vez, abrem-se as portas do Palácio Guanabara para a visita de turistas. Vitória do professor de história e guia de turismo Milton Teixeira. O grupo é de japoneses. Milton acha que o Palácio, e mais o da Cidade, na São Clemente, deveriam ficar abertos ao público. ¿Eles têm obras de arte, contam a história da cidade e fazem parte do patrimônio de todos.¿


O Globo, Rio, 18 de julho de 2003, caderno Segundo Caderno, coluna GENTE BOA, Cesar Tartaglia e Tania Neves.

posted by Eduardo Pereira at 10:10

 
Palocci em Madri

Um empresário do setor turístico, que acompanhou a comitiva de Lula à Europa, voltou apaixonado por Antonio Palocci.

É que o ministro ficou duas horas numa reunião, em Madri, que discutia sobre negócios do setor.

Segundo ele, nunca houve um ministro da Fazenda brasileiro que tenha dedicado tanto tempo a debater o assunto.

- O Brasil nunca encarou o turismo como um grande business - diz.

O Globo, Rio, 18 de julho de 2003, caderno Rio, coluna de ANCELMO GÓIS.

posted by Eduardo Pereira at 09:19

Sexta-feira, Julho 18, 2003

 
O parque do totó

O Rio vai ganhar em 24 de agosto, em Vargem Grande, o primeiro parque temático para cães. "Pretendo receber 40 mil cães por mês", diz Marco Antônio Vieira Marinho, mais conhecido no meio empresarial como Totó. Ele é o maior empreendedor de eventos caninos do país. Seu parque vai ter salão de festas, padaria, desfile de moda, adestramento, academia de ginástica, praça de paquera etc. "O mercado canino no Rio movimenta R$ 4 bilhões (milhões???) por mês", diz Totó. Os cachorros, assim como seus acompanhantes, pagarão ingresso.

O Globo, Rio, 17 de julho de 2003, coluna de GENTE BOA.


posted by Eduardo Pereira at 06:08

Quinta-feira, Julho 17, 2003

 
Chancela

O Conselho Econômico e Social das Nações Unidas aprovou proposta sexta-feira, em Genebra, recomendando que a Organização Mundial de Turismo passe a integrar a ONU.
A entidade será nivelada a agências como Unesco, Organização Mundial de Saúde e outras.

Jornal do Brasil, Rio, 14 de julho de 2003, caderno Rio, coluna de RICARDO BOECHAT.


posted by Eduardo Pereira at 06:00

 
O padre e a moça em Búzios

"O padre Marcelo Rossi é um comunicador. Eu sou cantor." Na boa. O padre Ricardo Whyte, 47 anos, pároco de Búzios, garante que não tem nenhuma farpa no comentário. Apenas a constatação de que o seu concorrente no mercado de discos usa a música como um elemento a mais de apresentação, jogando refrões para que o público venha junto. Whyte põe mais fé no carisma do gogó. Ele, com sua banda Lúmem, lotou o Canecão na segunda-feira passada e mostrou, além da enorme semelhança física com Woody Allen, por que já vendeu cerca de 50 mil exemplares de quatro CDs. No repertório, nada da agitação pop do padre Rossi. Whyte aposta nas baladas românticas, como a versão de "Unchainted Melody", do filme "Ghost", seu maior sucesso. Há intervenções no palco de meninos carregando bandeiras de procissão e moças, ora de bailarina ora com asas de anjos. Entre as canções, o padre de Búzios manifestou seu orgulho de ter ampliado o foco sobre o balneário. A grande atração responsável por isso seria a capela de N. S. Desatadora dos Nós, a primeira do mundo. Construída com a ajuda da socialite Isis Penido e freqüentada por Luiza Brunet, a santa é responsável por um modismo religioso em várias cidades brasileiras. "Búzios", disse Whyte no Canecão, "que era apenas parte do roteiro hedonista, entrou agora para a rota dos peregrinos."

O Globo, Rio, 14 de julho de 2003, caderno Rio, coluna GENTE BOA, de Joaquim Ferreira dos Santos, com Cesar Tartaglia, Tania Neves e Melina Dalboni, e-mail: genteboa@oglobo.com.br


posted by Eduardo Pereira at 05:56

Quarta-feira, Julho 02, 2003

 

Quente


O mais vendido na Rússia, o café Pelé, do grupo paulista Cacique, lançou uma grande campanha no país.
Cada quilo dá direito a uma raspadinha cujo prêmio é uma viagem ao Brasil.
Em um mês, o consumo cresceu 25%.

Jornal do Brasil, Rio, 02 de julho de 2003, caderno Rio, coluna de RICARDO BOECHAT.


posted by Eduardo Pereira at 17:28

 
Troca-troca
Após três anos, José Eduardo Guinle está deixando a presidência da Riotur.
Rubem Medina, secretário de Turismo, o sucederá.
Guinle passará a coordenar projetos especiais, como os Jogos Pan-Americanos.

Jornal do Brasil, Rio, 02 de julho de 2003, caderno Rio, coluna de RICARDO BOECHAT.


posted by Eduardo Pereira at 17:28

 
Morte do Brasil

Veja como a morte do Rio significa também a morte do Brasil.

O Comitê de Operadoras de Turismo dos EUA escreveu à Embratur, alegando dificuldades de vender o Brasil. Razão: ¿Violência no Rio, sua porta de entrada¿.

A carta chegou dia 20 de maio. Ainda não teve resposta.

O Globo, Rio, 02 de julho de 2003, caderno Rio, coluna de ANCELMO GÓIS.



posted by Eduardo Pereira at 17:27

Domingo, Junho 15, 2003

 
"Saquarema é o maracanã do surf"
(Um surfista falando na Rede Globo de Telvisão, Jornal Hoje, 7/6/2003)

posted by Eduardo Pereira at 04:08

Sábado, Junho 07, 2003

 
Turismo responsável

Dezesseis empresários e instituições do Nordeste recebem hoje um selo de reconhecimento pelo combate ao turismo sexual. O projeto da ONG Casa Renascer, financiado pelo BID, é o responsável pela escolha e a concessão do títulos.

Folha de São Paulo, 06 de junho de 2003, caderno dinheiro, coluna Painel S.A.


posted by Eduardo Pereira at 22:59

Domingo, Maio 25, 2003

 
Bomba anunciada
O brasileiro André Jordan foi o anfitrião de uma das mais importantes reuniões do turismo internacional, esta semana, em Vilamoura, no Algarve. Uma das preocupações maiores das cabeças-coroadas que lá estiveram, o terrorismo, também se fez presente: uma voz anônima ameaçou, por telefone, detonar uma bomba no jantar que tinha a presença do presidente de Portugal, Jorge Sampaio, e cuja atração era Julio Iglesias. André, cauteloso, cancelou a noite.

Presenças
O top do setor correu ao Algarve: J.W.Marriott, presidente da Marriott International, Barry Sternlicht, presidente da Starwood Hotels & Resorts (Sheraton e Westin), Sir Ian Prosser, presidente da Intercontinental Hotels, Edouard Ettedgui, presidente da Mandarin Oriental Hotel Group, Michael Frenzel, presidente da TUI, o maior operador turístico do mundo. Além do terrorismo, estão todos assustados com a SARS, que já liquidou o ano para os que trabalham com o mercado asiático.

Perspectivas
Ainda assim, o setor acredita que, tão logo as coisas se acalmem, haverá uma retomada de investimentos em países que precisam de empregos e de divisas. No caso brasileiro, André acredita que o Nordeste poderá ser também uma opção de investimentos imobiliários, daqui a uns três anos. Antes, precisa haver uma ''abertura de aeroportos''. No Algarve, que recebe quatro milhões de turistas por ano, a maioria chega de vôo fretado.

Jornal do Brasil, Rio, 25 de maio de 2003, caderno Caderno B, coluna de Márcia Peltier.



posted by Eduardo Pereira at 10:49

Domingo, Maio 11, 2003

 
Golfinhos & cia.

Fernando de Noronha vai tremer. Os 500 anos da ilha serão comemorados em etapas: no dia 8 de agosto no Recife e nos dias 9 e 10 na própria ilha. O cardápio da festa promete. Haverá vôos do Rio e de São Paulo cheios de convidados ilustres. Todos os detalhes estão sendo cuidados pelo governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos.

Revista Época, Edição nº 260, 12 de maio de 02, Coluna Joyce Pascowitch.

posted by Eduardo Pereira at 13:05

Domingo, Abril 06, 2003

 
Floriano será Pilatos

Floriano Peixoto vai fazer Pilatos na primeira encenação da Paixão de Cristo de Barretos, cidade famosa pela festa de Peão e Boiadeiro.

O Globo, Rio, 06 de abril de 2003, caderno Segundo Caderno, coluna Controle Remoto, de Patrícia Kogut.


posted by Eduardo Pereira at 15:56

Segunda-feira, Março 10, 2003

 
Tal e qual

A população de Nice, na França, está protestando porque o carnaval de lá ficou tão caro e direcionado ao turismo que os da terra não têm condição de participar. O prefeito francês se defende: diz que o objetivo da festa, hoje, é faturar. Deve ser triste viver num país onde as festas populares viraram uma questão comercial...

Jornal do Brasil, Rio, 10 de março de 2003, caderno Caderno B, coluna de Márcia Peltier.



posted by Eduardo Pereira at 00:27

Quarta-feira, Março 05, 2003

 

Um Carnaval imbatível

Existem pessoas, certamente apenas dentre as que nunca vieram ao Carnaval de Pernambuco, que ainda não sabem da novidade, mas ali já se tem o maior Carnaval do país.
Só há um item em que Pernambuco perde para o Rio e a Bahia: o showbizz, a exibição de estrelas conhecidas e candidatas a estrelas.
No restante é imbatível, seja na musicalidade, na diversidade, no colorido ou como cultura popular.
Como produto cultural, não há nada que chegue remotamente perto do que o Estado oferece. Maracatus, frevos, blocos, entre uma infinidade de manifestações culturais riquíssimas, coloridas, alegres.
Como produto turístico, ao longo de anos o Estado e a cidade foram se organizando, criando a infra-estrutura.
Recife sempre foi o pólo máximo da cultura nordestina. Antes de explodir no Rio, todos os artistas do Nordeste tinham passagem obrigatória por Recife, pela rádio Clube e pelo Jornal do Comércio.
Nos anos 70 veio a decadência dos engenhos e a televisão tornou-se produto cada vez mais nacional e menos regional. Sob a influência da TV Globo, disseminou-se por todo o país o modelo do Carnaval carioca, com suas fantasias caras, sua organização rígida. As manifestações regionais foram sendo esmagadas.
A resistência deu-se aos poucos. Nos anos 70, recriou-se em Recife o Bloco da Saudade, nos moldes dos velhos blocos em extinção. Nos anos 80 acabou-se com a burocratização do Carnaval de Recife, soltando o povo na rua. Olinda já regurgitava de gente nos Carnavais.
Nos anos 90, o pessoal da universidade, os intelectuais, os empresários, a classe média começaram a se voltar para a sua cultura, recriando blocos e maracatus. De sua parte, o Estado passou a montar cursos para a confecção das vestimentas de maracatu, para ensinar a fabricação de instrumentos.
E aí havia a base, de milhares de músicos anônimos tocando todos os instrumentos de sopro. De quase desaparecido, o maracatu possui hoje em dia mais de 80 grupos rurais e urbanos. Os blocos de rua se multiplicam.
A infra-estrutura pública foi completando a obra. Nos anos 90, inaugurou-se o Marco Zero, enorme praça para shows gigantescos, em pleno Recife velho. Depois, reformou-se o Recife velho, que virou centro de lazer agradabilíssimo.
Na cidade, optou-se por descentralizar o Carnaval, criando pontos de Carnaval em cada bairro. Depois, incorporou-se ao Carnaval do Estado eventos regionais, como o Papangu de Bezerros e o maracatu rural, de Nazaré.
Hoje há ampla diversidade, do desfile do Galo da Madrugada, que começa às 10h, com trios elétricos tocando música acústica, os grandes shows nordestinos no Marco Zero, os desfiles de blocos e maracatus, e até cerimônias religioso-carnavalescas originalíssimas, como a Noite dos Tambores Silenciosos, que reúne maracatus de todo o Estado para sua celebração.
E tem os grandes artistas populares -liderados pelo onipresente Alceu Valença- produzindo uma música de Carnaval variadas.
Cultura popular riquíssima, e alguma continuidade na administração pública, levaram a isso: é questão de tempo para que Pernambuco se torne um pólo superior à Bahia, no turístico de Carnaval.

Folha de São Paulo, 05 de março de 2003, caderno dinheiro, coluna de Luís Nassif.

posted by Eduardo Pereira at 11:19

Domingo, Março 02, 2003

 
"O nosso presidente é a maior atração turística deste país."
Lúcia Flecha de Lima, secretária de Turismo do Distrito Federal

posted by Eduardo Pereira at 23:05

Terça-feira, Fevereiro 25, 2003

 
...PEACE...

posted by Eduardo Pereira at 23:29

Sexta-feira, Fevereiro 21, 2003

 
...PAZ...

posted by Eduardo Pereira at 23:26

 
A história de Vovó Stella e dos ingressos sumidos na Copa de Paris...

QUEREM VER gente bonita? Hoje tem Skol Rio, o grande acontecimento do verão, no Jockey. Para vocês terem idéia do quilate das criaturas que têm batido ponto no evento, aí vão... Eduardo Galvão e Priscilla Ferrari (foto); Gustavo Fernando e Silvia Amélia; Paulo Vilhena; Preta Gil...
GENTE, VAMOS olhar pra trás. Antes de Stella Barros puxar o tapete e deixar muita gente com a cara do Pateta, puxaram o tapetão da Vovó Stella. Os problemas começaram naquele escândalo dos ingressos ¿sumidos da Copa de 98, quando sua agência, confiando nas cotas, vendeu lugares nos jogos para milhares de brasileiros, e quando eles chegaram a Paris cadê os ingressos? Além de ter precisado recorrer aos preços do câmbio negro, Stella também respondeu a vários processos. Assim, não há agência que agüente mesmo...

O Globo, Rio, 21 de fevereiro de 2003, Hildegard Angel


posted by Eduardo Pereira at 09:10

Quarta-feira, Janeiro 29, 2003

 
Público exclusivo

O Rio ganhará a primeira agência de turismo do país para deficientes físicos e portadores de doenças mentais.

O projeto, dos professores Bayard Boiteux e Maurício Werner, reunirá profissionais especializados no atendimento àqueles públicos - inclusive médicos -, para orientar passeios pela cidade.


Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 29 de janeiro de 2003, caderno Rio, coluna de Ricardo Boechat.


posted by Eduardo Pereira at 00:37

Domingo, Janeiro 19, 2003

 
Sol e samba

Fevereiro reserva uma atração especial para os cariocas.
Nos quatro domingos do mês, escolas de samba do Grupo Especial desfilarão na Avenida Atlântica.
A agenda da Secretaria Municipal de Turismo será aberta pela Tradição, dia 2.

Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2003, caderno Rio, coluna de Ricardo Boechat.



posted by Eduardo Pereira at 14:56

Quarta-feira, Janeiro 08, 2003

 
Férias sem riscos

Se fazer uma trilha, passar o dia na praia ou na piscina e sumir por aí com a sua bicicleta são sinônimos de diversão, passar a noite perdido na mata, ficar ardido e vermelho como um pimentão e se estourar inteiro ao cair da bike são garantia das famosas férias frustradas.
Ninguém pensa que as suas férias de verão, tão esperadas durante todo o ano, possam se transformar numa roubada. Mas o fato é que, nessa época do ano, os acidentes, sejam eles graves ou banais, acontecem aos montes.
Como não há quem goste de perder o verão e, muito menos, de deixar de se divertir, o Folhateen traz dicas para você fazer tudo o que quiser, mas com segurança.
Essas dicas foram elaboradas pela Associação Férias Vivas, uma ONG de São Paulo, criada no ano passado para conscientizar as pessoas dos riscos desnecessários a que se expõem quando estão relaxadas, curtindo suas férias.
"Ao tomar cuidado, a gente não evita o acidente, que é imprevisível. Mas evita a imprudência, a imperícia e a negligência", diz Silvia Basile, coordenadora-executiva da ONG.
Silvia sabe do que está falando. Em fevereiro de 2002, ela estava hospedada com o marido e a filha Victoria, de nove anos, no resort Salinas de Maragogi (AL), a 150 km de Maceió. Victoria foi fazer um passeio a cavalo e, como o resort não tinha sela infantil, com estribo adequado para o seu 1m20, a menina usou uma sela de adulto e prendeu seu pé no courinho do estribo. No meio do passeio, o cavalo disparou e Victoria caiu. O pé da menina ficou preso no arreio e ela ficou pendurada de cabeça para baixo enquanto o cavalo corria. Bateu a cabeça diversas vezes e morreu após sofrer traumatismo craniano.
Depois do acidente com a filha, Silvia articulou a criação da ONG. "Queremos criar no consumidor a consciência de que ele tem de ser mais prevenido. Quando saímos de férias, não pensamos que algo possa dar errado. A tendência é confiar nos hotéis e nos fornecedores de passeios. Mas nem sempre devemos pensar que eles se sentem responsáveis pela nossa segurança", afirma.
Por isso, entre as dicas básicas elaboradas pela ONG, estão sempre verificar se o hotel ou a pousada em que você se hospeda é reconhecido pela Embratur e se os passeios oferecidos têm condições mínimas de segurança, são guiados por pessoas competentes e se a empresa que os fornece existe de fato e emite nota fiscal. "Às vezes, as empresas que fazem tudo certo cobram um pouco mais, mas optar por serviços oferecidos na informalidade pode custar ainda mais caro", pondera.
No ano passado, a Férias Vivas conseguiu produzir uma cartilha para orientar o turista a praticar alguns esportes radicais com segurança. No fim do ano, montou outra cartilha, com dicas específicas para o verão. Até o fechamento desta edição, a ONG ainda estava negociando a impressão e a distribuição dessas cartilhas nos pedágios das rodovias paulistas.
Além das cartilhas, a ONG está trabalhando em quatro projetos diferentes e precisa de voluntários. O primeiro busca coletar casos de acidentes em turismo; o segundo, mapear as normas internacionais para fazer turismo com segurança; o terceiro, compilar as normas nacionais e o último visa criar um banco nacional de jurisprudência sobre esses tipos de acidente.

NÃO PERCA A AVENTURA

Grupo especial da PM diz como se prevenir dos riscos

Prepare-se para a caminhada
DA REPORTAGEM LOCAL

No começo do mês passado, um grupo de 30 jovens do Jardim Olavo Bilac (conhecido como DER), em São Bernardo do Campo, partiu de ônibus rumo ao alto da Serra do Mar. Eles tinham planejado a excursão havia três semanas. Iriam pegar a trilha das Torres rumo a uma cachoeira, passar algumas horas lá e voltar para casa.
Mesmo tendo planejado tudo, apenas um deles estava bem equipado. A maior parte estava com a roupa do corpo e com pouca comida. Ao chegar no alto da serra, o grupo se dividiu. Oito garotas queriam trocar de roupa e ficaram para trás. Quatro rapazes as esperaram. Os 12 ficaram para trás, mas conseguiam ver os que iam na frente enquanto ainda estavam na estrada de terra que levava à trilha. Depois, perderam o contato.
"Conhecia a trilha, já tinha ido umas quatro vezes. À certa altura, a trilha seguia por três caminhos diferentes. Um deles estava marcado com fita durex. Como um dos rapazes que estava no grupo da frente tinha levado uma fita igual, pensamos que ele havia marcado o caminho", conta Antônio dos Santos Oliveira, 24, um dos que ficaram para trás. Seguiram essa trilha pensando que estavam andando num caminho paralelo ao conhecido. Começou a chover forte e eles perderam a trilha. Seguiram até encontrar um outro grupo que lhes disse que estavam perto de Cubatão. Resolveram descer a serra até o fim. Não estavam perto. Perderam-se de vez. Tiveram de passar a noite na serra, molhados pela chuva, sem roupas quentes, quase sem comida. Tinham um pacote de bolachas, um bolo, suco e duas garrafas de refrigerante.
"À noite foi quando eu mais senti medo, a chuva não parava", conta Samuel Mendonça de Jesus, 16.
Pela manhã, o grupo comeu mais um pouco e resolveu que iria reunir forças e voltar pelo caminho que tinha feito na ida. "Se a gente ficasse lá, sem comida e com frio, poderia ter morrido", diz Antônio, que liderou o grupo. Depois de andar por toda a manhã, estavam quase no fim da trilha e ouviram os apitos dos soldados do COE (Comando de Operações Especiais) da PM. Após 30 horas de aventura, os 12 foram resgatados. Duas garotas estavam com princípio de hipotermia (diminuição da temperatura do corpo), mas logo se recuperaram. "Foi muito ruim, muito difícil, mas foi uma prova de vida, um sinal de Deus para a gente dar mais valor à família e a tudo o que tem", diz Samuel.
Essa aventura terminou bem, mas ela é mais comum do que se pode imaginar.
Apenas no ano passado, de janeiro a setembro, o COE participou de 48 resgates na mata. Ao todo, foram 148 vítimas.
Segundo o tenente Iron Sérgio Ferreira da Silva, 34, há uma série de medidas fáceis de tomar para não engrossar essa estatística.
"Primeiro é preciso ir com um guia que conheça bem a área. Depois, esse guia deve fazer um bom briefing, dizendo qual é o caminho, quais são as dificuldades, quanto tempo gasta e o que precisa ser levado de comida, de água e de equipamentos", diz.
"É preciso também estar vestido adequadamente, com tênis ou bota, com calça jeans e levando um agasalho. Hoje, um equipamento muito útil é o celular, que pega em vários trechos da serra. É bom levar também o telefone do COE (0/ xx/11/6952-6533)", completa.
Mesmo assim, caso o grupo se perca, o tenente recomenda que se monte um acampamento improvisado e se espere o resgate chegar. (GUILHERME WERNECK)



Saiba como minimizar os riscos de acidentes no verão
Em praias, lagos, rios e piscinas
Se você vai para onde tem água, se informe se há um guarda salva-vidas

Não beba a água, por mais limpa que ela possa parecer

não entre na água alcoolizado ou drogado, pois os reflexos diminuem, e os riscos aumentam

Nunca nade para perto de embarcações motorizadas

Se você vai sair a passeio, em uma lancha ou em um banana boat, veja se há equipamentos de segurança, como bóias, equipamentos salva-vidas e kit primeiros socorros

veja se o fornecedor desse tipo de passeio tem experiência e se possui uma empresa que dá nota fiscal

na piscina, tome cuidade com pisos escorregadios e com banhistas distraídos (eles podem cair em cima de você)

Tenha à mão antialérgico

Use sempre protetor solar

Exponha-se ao sol apenas até as 10h e depois da 16h

No campo e na montanha
Antes de sair, identifique o posto de controle da região.

Em caminhadas e trilhas, dê preferência ao acompanhamento de guias

Não saia sem equipamentos, como bússula, calçados apropriados, agasalhos e equipamentos de primeiros socorros

Esteja sempre bem alimentado e hidratado, com roupas adequadas e não leve bebida alcoólica

Em passeios e excursões, verifique se o veículo tem segurançae se o motorista é habilitado

avise alguém qual é o roteiro de seu passeio e o horário previsto de retorno

Verifique a condição do tempo: uma tempestade no topo da montanha pode provocar uma grande enxurrada

Não se apóie ou encoste em árvores sem verificar antes se elas estão firmes e saudáveis e se não há animais como taturanas em seu tronco


Folha de São Paulo, segunda-feira, 6 de janeiro de 2003, caderno Teen, GUILHERME WERNECK, DA REPORTAGEM LOCAL.




posted by Eduardo Pereira at 15:15

Segunda-feira, Janeiro 06, 2003

 

foto de Sergio Borges/Ag. O Globo

RÉVEILLON

Maestro dos fogos

O pirotécnico que recuperou o brilho da festa no Rio teve de driblar hackers no sistema de detonação

O Réveillon na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foi uma festa de redenção. Após dois anos de fracassos - em 2001 um acidente feriu 54 pessoas e matou um turista na areia; e em 2002, na estréia das balsas em alto-mar, o espetáculo foi pífio -, a maior celebração de passagem do ano do país voltou aos dias de glória. Cerca de 2,5 milhões de pessoas assistiram a uma queima de 120 toneladas de fogos, que durou 18 minutos. Por trás do sucesso está uma família que neste ano completa 65 de pirotecnia - a arte de shows com explosivos. 'Por pouco não foi um fiasco', revela o maestro do espetáculo, o pirotécnico André Lanza, de 39 anos. Num lance dramático, o sistema de computadores que coordenaria as detonações nas oito balsas, dispostas ao longo da praia, foi invadido por hackers, o que obrigou os organizadores a se comunicar entre si usando walkie-talkies. As tentativas de avacalhar a festa não pararam por aí. 'Nos rádios, pessoas desautorizadas davam ordens falsas de 'fogo'', conta Lanza. Mais uma vez a ação foi frustrada. 'Usamos senhas para conversar e tudo deu certo', diz.

Foi a primeira vez que a Lanza Shows e Fogos, empresa de Curitiba, assumiu a festa. 'Era muita responsabilidade. Depois de dois anos seguidos de fracassos, o Réveillon do Rio corria risco', lembra Lanza. Comandar o maior show de fogos do país era um sonho antigo e a vitrine perfeita para o crescimento dos negócios. Mas resultou num prejuízo de R$ 400 mil. A família venceu a concorrência - derrotando outras nove empresas, uma delas da China, maior fabricante de fogos no mundo - cobrando R$ 1,3 milhão pelo serviço. O custo total chegou a R$ 1,7 milhão. 'Vale a pena, porque ganhamos em divulgação', diz o pirotécnico, que acredita que vai conseguir muito trabalho neste ano após o sucesso no Rio - de shows de empresas a inaugurações de fábricas, rodeios e aniversários de milionários.

INVESTIMENTO
André Lanza teve prejuízo de R$ 400 mil com a festa e pediu ajuda a empresários de Curitiba. 'O sucesso vai trazer novos negócios para a empresa', diz

No mercado pirotécnico, assinar o show de Copacabana abre muitas portas, pois a festa é a terceira do mundo. O maior espetáculo em volume de explosões ocorre em Sydney, na Austrália, com 24 minutos de duração, mas lá o público é menor - 1 milhão de pessoas. A segunda maior festa é promovida pela Coca-Cola em países alternados, sempre entre Europa e Ásia. 'Na concorrência do Rio ganha quem mostra mais técnica e cobra menos', diz o secretário municipal de Turismo, José Eduardo Guinle. Os concorrentes duvidavam que Lanza conseguisse importar os fogos cobrando valor tão baixo. O curitibano arriscou alto: trouxe grande parte do material para o Rio em novembro, antes de o negócio ser fechado. 'Chamei o secretário e os patrocinadores para uma queima particular. Eles saíram maravilhados', conta.

O contrato só viria a ser assinado a poucos dias da festa, em 5 de dezembro, o que obrigou Lanza a dormir apenas duas horas por noite, liderando a equipe de 68 técnicos. Entusiasmado, ele agora sonha mais alto. Quer propor à prefeitura do Rio uma competição anual de fogos em Copacabana. Durante uma semana, empresas do mundo inteiro viriam à cidade fazer shows, avaliados por um júri, como nas escolas de samba. 'Isso pode dar um retorno incrível para o turismo na cidade', acredita Lanza, que desde os 8 anos brinca com fogos de artifício, o negócio da família há gerações. Seu pai, diferentemente da maioria, incentivava o filho a brincar com bombinhas. 'Não tenho medo de fogos. Tenho respeito. Em pirotecnia, há três mandamentos: segurança, segurança e segurança. A beleza vem depois', discursa o pirotécnico, que já viu o irmão quase perder a perna numa explosão. Depois do fiasco do ano passado, houve quem dissesse que a segurança atrapalhava a beleza. 'Neste ano mostramos que elas podem vir juntas', diz o secretário Guinle. Não foi registrado nenhum acidente, apesar de uma reforma explosiva implantada por Lanza: usar bombas com 16 polegadas de largura, quando antes eram empregadas as de, no máximo, 12 polegadas. Quanto maior a largura, maior o diâmetro da explosão no céu e a sensação de proximidade. Havia, porém, um problema: bombas com essas dimensões são feitas para explodir a 600 metros de altura. Lanza retirou metade da carga propulsora, fazendo com que os fogos estourassem a 300 metros de altura. O resultado foi o que se viu. Brilhante.

revista Época, Edição 242 - 06/01/2003.

posted by Eduardo Pereira at 15:36

 


Torre de Belém, edificada por d. Manuel 1° de 1515 a 1521 sobre o rio Tejo, em Lisboa, é símbolo da expansão ultramarina lusitana

fonte:Folha de São Paulo, 23/12/2002, caderno Turismo, de Ormuzd Alves/ Folha Imagem.


posted by Eduardo Pereira at 15:33

 


Vista da Torre Eiffel do alto da catedral de Notre-Dame
fonte:Folha de São Paulo, 30/12/2002, caderno Turismo, de Remy de la Mauviniere/Associated Press -22.nov.2001


posted by Eduardo Pereira at 15:31

Sábado, Dezembro 14, 2002

 

Jericoacoara

posted by Eduardo Pereira at 18:23

Domingo, Novembro 24, 2002

 
Bons velhinhos

O Ministério da Justiça está preparando uma nova Lei de Estrangeiros.
Entre as alterações previstas está a criação de um visto específico para aposentados, com validade indeterminada.
Eles poderão ficar no Brasil o tempo que quiserem, gastando à vontade.

Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 24/11/2002, caderno Rio, coluna de Ricardo Boechat.

posted by Eduardo Pereira at 23:52

Terça-feira, Novembro 19, 2002

 
Todo mundo nu

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado aprovou projeto de lei do deputado Fernando Gabeira definindo regras para a prática do naturismo. Além dos locais fechados, determinadas praias poderão vir a ser legalmente consagradas como espaços naturistas A matéria ainda será examinada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), antes de ser votada no Plenário do Senado, mas já tem gente comemorando: existe 1 milhão de turistas praticantes loucos para ficarem peladões no Brasil.

Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 19/11/2002, Márcia Peltier


posted by Eduardo Pereira at 12:05

Sexta-feira, Novembro 15, 2002

 

Vista do Dirigível

posted by Eduardo Pereira at 19:08

 

A Prefeitura de Rio das Ostras inaugura, amanhã, uma praça com a maior escultura de cetáceo do mundo. A obra, uma baleia jubarte de 20 metros, é do escultor hiper-realista Roberto Sá.

Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 14/11/2002, caderno ¿Caderno B¿, coluna de Márcia Peltier.


posted by Eduardo Pereira at 11:17

Segunda-feira, Novembro 04, 2002

 
AVENTURA

Mais de 700 profissionais se inscreveram em seminários da Adventure Sports Fair para entender como trabalhar com o setor

Agentes se interessam mais por ecoturismo

A Adventure Sports Fair, feira de turismo e esportes de aventura realizada em São Paulo, atraiu um público "mais qualificado", disse Sergio Franco, um dos organizadores do evento, no terceiro dia da feira, que começou na quarta e terminou ontem. Isso porque, segundo Franco, agentes de viagens de todo o país foram à feira para entender como trabalhar principalmente com ecoturismo.
Ele aponta como ponto positivo o fato de as quatro principais operadoras de ecoturismo do país terem realizado juntas seminários explicativos, para mais de 700 agentes, "porque querem que o mercado cresça de forma ordenada, sem impactos na natureza". As operadoras ficaram em uma área separada do público, atendendo aos profissionais do setor.
A feira, na quinta edição, reuniu jipes "big foot", aeronaves, secretarias estaduais de turismo, ONGs e fabricantes de equipamentos e de roupas. A estimativa era que o evento, com 233 expositores, gerasse R$ 55 milhões em negócios e atraísse 90 mil visitantes, que puderam experimentar atividades como escalada e mergulho, além de ver algumas novidades.
A Alaya Expedições, que criou o circuito de arvorismo (travessia na altura das copas das árvores) Verticália em Brotas (SP), trouxe da França uma peça de segurança que permite que as crianças façam o circuito, mais baixo, sem ter que lidar a todo instante com a corda de segurança. Assim a empresa (tel. 0/xx/14/653-4113) reativará o Verticalinha, em Brotas.
Da Nova Zelândia, foi trazida a Blockart, um carrinho com vela cujo condutor usa apenas um guidão para direcioná-lo. William Wattie, gerente de desenvolvimento de comércio do consulado geral do país, diz que o esporte é indicado para a praia e espera atrair o interesse de resorts. Informações: 0/xx/11/5082-2242, www.velaterra.com.br.
Na área da internet, a Webventure (www.webventure.com.br), maior portal brasileiro de esportes e turismo de aventura, relançou a seção de pacotes Destino Aventura com uma nova parceira, a Backpacking Brazil.
A faculdade Fefisa, Faculdade de Educação Física de Santo André, apresentou o curso de pós-graduação sobre lazer e turismo de aventura. Tel.: 0/xx/11/4451-0700, site www.fefisa.com.br.

Folha de São Paulo, 04/11/2002, caderno Turismo, DE CHIAKI KAREN TADA.

posted by Eduardo Pereira at 13:08

Terça-feira, Outubro 29, 2002

 
Monte Verde II



Corredeiras do rio Catete, vistas da trilha do hotel-fazenda Itapuã; foto de Ivan Luiz Padovani/Divulgação



Mesmo para quem não tem pique suficiente para fazer escalada, vale a pena ir de carro até o mirante e ter um tempinho para apreciar a vista. Lá também pode-se alugar aviões pequenos para vôos panorâmicos. Os vôos podem ser feitos por toda a cidade e até mesmo incluir as redondezas, chegando à cachoeira dos Pretos, na cidade vizinha de Joanópolis, ou a Campos do Jordão, que fica a 50 km por via aérea e pouco mais de 100 km por via terrestre.

Mas um detalhe não deve ser esquecido: apesar de estar bem próxima a Campos do Jordão e de fisicamente se assemelhar à cidade serrana paulista, já que as duas áreas são cercadas pela serra da Mantiqueira, não se pode ir a Monte Verde à procura de agitação noturna, como em Campos, que oferece extensa programação cultural.

À noite, exceto pelo circuito gastronômico e por raros eventos musicais, que acontecem sazonalmente, especialmente em julho ou dezembro, o silêncio, a tranquilidade e a beleza natural são a companhia mais agradável.

Outro problema é a falta de infra-estrutura básica do distrito. Há apenas um ambulatório, construído em 2002 com dinheiro de doações recebidas pela ABMV (Associação Beneficente Monte Verde) e que desde 1990 promove eventos para arrecadar dinheiro, destinado a benfeitorias. A próxima meta é o hospital.

O distrito, apesar de ser o braço turístico da cidade de Camanducaia, não tem um órgão especializado como uma Secretaria de Turismo. Todas as informações e organizações de eventos passam pelo Portal de Monte Verde, ligado à associação comercial.

* A jornalista Adriana Resende viajou a convite da Associação Comercial de Monte Verde.

da Folha Online, ADRIANA RESENDE*




posted by Eduardo Pereira at 19:39

 
Monte Verde I

foto de Ivan Luiz Padovani/Divulgação

Mirante do Aeroporto, em Monte Verde, um dos mais altos do país (1.524m)

Um pedacinho da Suíça no Estado de Minas Gerais. É assim que se apresenta a vila de Monte Verde, situada a 170 km de São Paulo, no sul de Minas.

Apesar de ainda não ter o status de cidade -Monte Verde é um distrito de Camanducaia, criado em 1950, hoje com 4.000 habitantes- cerca de 110 hotéis e pousadas e 40 restaurantes já dão estrutura turística à vila, que se tornou parada obrigatória para quem gosta de curtir a natureza e chega a receber entre 4.000 e 5.000 turistas na alta temporada (inverno).

A vila é cercada de montanhas por todos os lados, uma verdadeira ilha verde no meio dos mares de morros que caracterizam a geografia mineira. Os picos e cachoeiras são um excelente atrativo para os adeptos da aventura.

Por isso mesmo, um dos pontos fortes do turismo local é a prática esportiva. Não faltam as tradicionais trilhas para caminhada, mountain bike e cavalgada, mas também há espaço para o montanhismo, o rapel e o bóiacross (acquaride), que é mais comum no verão.

A gastronomia também é outro destaque. Monte Verde mescla a comida mineira tradicional aos cardápios internacionais, principalmente o alemão e o italiano. No centro da vila podem-se encontrar também chocolates caseiros, casas de chá, cafeterias e choperias.

O clima temperado, que permanece ameno durante todo o ano, favorece a flora local, que apresenta espécies de liquens, musgos e flores silvestres. Na primavera, principalmente em novembro, quando nascem espécies de Amaryllis, Mandevillas e orquídeas, a paisagem fica bem colorida.

O turismo e o comércio sustentam a economia da vila. Nesse ramo, o artesanato é o principal ¿ingrediente¿. O trabalho dos artesãos locais vai desde blusas de tricô feitas à mão, como as que são produzidas por cerca de 180 tricoteiras de Monte Verde e de Camanducaia e vendidas na Jô Malhas, a trabalhos menores mas também muito delicados, como bonecos feitos de material solda, do dentista Jaime Pina da Silveira, que fez do seu hobby uma fonte de renda, ou as jóias artesanais de Raphael Comenale, que produz peças em ouro e pedras semipreciosas.

Monte Verde possui um aeroporto, considerado um dos mais altos do país (a 1.600 m de altitude), que é próprio para pouso de pequenos aviões. Do mirante do aeroporto pode-se enxergar toda a extensão da vila, cercada de muita vegetação, que cobre as montanhas, chamadas Pedra Partida, Pedra Redonda, Chapéu do Bispo e Pico do Selado, este um dos pontos mais altos da serra da Mantiqueira, com 2.083 m.

da Folha Online, ADRIANA RESENDE*

posted by Eduardo Pereira at 19:35

Segunda-feira, Outubro 21, 2002

 
MEMÓRIA

TV Folha alertou para a deterioração das fitas; autor da novela fica indignado com o descaso

Mato Grosso do Sul quer conservar "Pantanal"

O GOVERNO de Mato Grosso do Sul solicitou a guarda das fitas originais da novela "Pantanal", que estão guardadas em péssimas condições num edifício na Glória (zona Sul do Rio).
A novela, gravada e exibida entre março e dezembro de 1990, bem como a maior parte do acervo da extinta TV Manchete, está no prédio da Bloch Editores, que pertencia ao mesmo grupo e foi lacrado pela Justiça. Todo o material, que pode se perder pela falta de manutenção, deverá ir a leilão para o pagamento de dívidas trabalhistas.
O secretário da Casa Civil de Mato Grosso do Sul, Marcos Alex, que ficou sabendo da deterioração do acervo através de reportagem do TV Folha, quer que o Estado seja fiel depositário das fitas da novela até que se decida a data do leilão. Ele enviou dois ofícios ao síndico da massa falida, o juiz Walter Soares, mas não obteve resposta. Segundo o secretário, a novela "Pantanal" representou um marco para o turismo e para a cultura do Estado, e, lá, as fitas seriam acondicionadas em boas condições. "Não adianta essa disputa se, na hora de dividir o patrimônio, eles vão ter nos depósitos só cinzas", diz Alex.
Procurado pela Folha, o juiz Walter Soares não quis se pronunciar a respeito, mas a advogada da massa falida, Luciana Trindade, disse ser impossível liberar a novela, já que todo o acervo da emissora ainda vai ser catalogado. Luciana afirmou que o ar-condicionado que mantém a temperatura necessária à conservação do material já foi religado.

Revolta
O autor da novela, Benedito Ruy Barbosa, se mostrou indignado ao saber da situação dos originais da obra. Segundo ele, "Pantanal" deu uma guinada na dramaturgia televisiva e mudou o jeito de fazer novela, tendo 90% de suas cenas gravadas fora de estúdio. "As primeiras novelas que eu fiz na Tupi, e que tiveram grande audiência, foram todas perdidas. O mesmo aconteceu com "Meu Pedacinho de Chão", na TV Cultura. Eles apagam para gravar futebol em cima", lamenta o dramaturgo.
Benedito disse que pretende sugerir à Rede Globo que arremate a obra quando ela for a leilão. "Esse juiz está errado", afirmou o autor de "Esperança".

Embargo
Todo o acervo da TV Manchete foi comprado pela Hesed Participações, do empresário Fábio Sabóya. Ele estava listando as fitas quando o prédio da Bloch Editores foi lacrado pelo juiz. Fábio, que quer embargar o leilão, diz que o acervo pode ter sido saqueado.

Folha de São Paulo, domingo, 20 de outubro de 2002, caderno TV Folha, MARCELO BORTOLOTI, FREE-LANCE PARA A FOLHA
pág. 3


posted by Eduardo Pereira at 16:37

 
Fim de semana custa R$ 523

A Riotur (órgão de turismo da cidade) e a Abih (associação da indústria hoteleira) lançaram uma campanha para atrair paulistas ao Rio de Janeiro, já que os habitantes do Estado de São Paulo representam 47% dos turistas que visitam a capital fluminense.
Faz parte da iniciativa um pacote ao Rio por R$ 523 por pessoa, incluindo passagem aérea SP-Rio-SP, traslados de ida e volta ao aeroporto, duas noites de hospedagem, café da manhã e city tour.
O programa é oferecido pelas operadoras Agaxtur: 0/xx/11/ 3067-0900; Designer: 0/xx/11/223-3799; Echo: 0/xx/11/3237-1771; Flot: 0/ xx/11/3259-4544; Intravel: 0/xx/ 11/3120-4141; Marsans: 0/ xx/11/ 3255-5744; Monark: 0/xx/ 11/ 3235-4322; Mondial: 0/xx/11/ 3259-6922; Nascimento: 0/xx/11/ 3258-5722; New Age: 0/xx/11/ 3138-4888; Pomptur: 0/xx/11/ 3872-5666; Qualitours: 0/xx/11/ 3257-9877; Soft Travel: 0/xx/11/ 3017-9999: TAM Viagens: 0/xx/ 11/3068-7939; Varig Travel: 0/xx/ 11/3154-0172; CVC: 0/xx/11/4979-8400 e Visual: 0/xx/11/3235-2000.
O site www.riopravoce.com.br traz mais informações sobre a campanha e tem links para mapas e para a Riotur, no qual há uma lista das principais atrações turísticas, dos restaurantes, das casas de show e de outros endereços úteis da cidade.

Folha de S.Paulo, 21/10/2002, caderno Turismo, Maristela do Valle, pág. F8.



posted by Eduardo Pereira at 16:32

 
Guia orienta cariocas e turistas

A idéia de escrever um guia sobre o Rio de Janeiro para crianças surgiu quando Christiana Tavares, a autora, foi morar na Filadélfia com a filha Joana, que na época tinha um ano e oito meses. Sem amigos na cidade, ela descobriu um guia turístico que dava dicas de como desbravar a Filadélfia com crianças. "Conheci muitos lugares legais por causa do guia."
Mas a publicação não lhe sanava dúvidas práticas, como pediatras, escolas e creches do bairro. Por isso o "Guia do Rio de Janeiro com Crianças" virou mais um manual de sobrevivência dos próprios cariocas com filhos pequenos do que um guia turístico, apesar de trazer, sim, valiosas informações para quem deseja apenas passear pela cidade.
Outra forma de se orientar no Rio é por meio do "Baralho Carioca: o Rio sem Blefe". Embora não seja direcionado para o público infantil, trata-se de uma maneira divertida e original de conhecer o que a cidade oferece. Embalado como um baralho de verdade, cada carta tem uma ilustração e se refere a um programa. (MV)

"Guia do Rio de Janeiro com Crianças" - De Christiana Tavares; Casa da Palavra, 236 págs., R$ 21.
"Baralho Carioca: o Rio sem Blefe -Dicas e Sugestões de Passeios pela Cidade" - De Anita Correia de Almeida, Flávio Limoncic, José Ribas Soares e Keila Grinberg; ilustrações de Glenda Rubinstein; Casa da Palavra, 52 cartas, R$ 14.

Folha de S.Paulo, 21/10/2002, caderno Turismo, Maristela do Valle, pág. F8.

posted by Eduardo Pereira at 16:30

 
Cidade não deixa criança ficar parada - III (continuação)


Museu do Índio - "Além das exposições, a oca enorme que existe lá dentro é a maior curtição para as crianças brincarem de índio e viverem diversas fantasias." Funciona de terça a sexta, das 9h às 17h30; sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h; ingresso: R$ 3, grátis no domingo; site: www.museudoindio.org.br; tel. 0/xx/21/2286-8899.

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Maristela do Valle viajou a convite do Sheraton Rio Hotel & Towers e da TAM.

fim

Folha de S.Paulo, 21/10/2002, caderno Turismo, Maristela do Valle, pág. F8.

posted by Eduardo Pereira at 16:29

 
Cidade não deixa criança ficar parada (continuação)

Haras Pégasus - "É um espaço generoso ao ar livre, com trilhas e cachoeiras, para crianças de todas as idades. As crianças podem andar descalças, brincar na terra e observar o trato dos cavalos, resgatando um pouco a relação do homem com os animais, que tem sido perdida." Funciona das 9h às 17h, de terça a domingo; tel. 0/xx/ 21/2428-1687; preço da cavalgada: R$ 20, meia hora, dentro do haras.


Baixo Bebê, no Leblon - "A proprietária do quiosque, a Nilza, é muito afetuosa com as crianças e mantém sempre o parquinho muito bem cuidado, com muita higiene." Além de ter brinquedos na própria areia da praia, o quiosque dispõe de mesas e trocador no calçadão, vende alimentos e funciona como uma espécie de estacionamento de carrinhos de bebê. Funciona diariamente, das 9h às 20h. Site: www.baixobebe leblon.com.br.


Ilha de Paquetá - "É um programa diferente e mais arejado do que a cidade. A família pega uma barca ou um aerobarco, que vai mais rápido, e passa o dia em Paquetá. Lá, existe uma charrete que leva as pessoas para conhecer a ilha, bicicleta para alugar, um restaurante simples, mas honesto, e um parque, chamado Darke de Matos, com balanço e gangorra. É uma delícia." Na ilha é proibido o trânsito de automóveis. Site: www.paquetaonline.hpg. ig.com.br. Informações sobre aerobarcos: 0/xx/21/2533-4343; sobre barcas: 0/xx/21/2533-6661.


Estádio do Maracanã - "Assistir a um jogo lá é um impacto, uma emoção. Só é preciso tomar alguns cuidados, por exemplo, evitar a geral se o jogo for um Fla-Flu." Tel. 0/xx/21/2568-9962.


Corcovado - "Dos pés do Cristo Redentor, a criança tem a oportunidade de ver o Rio de cima e localizar os bairros e descobrir os pontos cardiais." O trem que leva ao Cristo funciona das 8h30 às 18h30, com saída a cada meia hora; passagem de ida e volta: R$ 20 (adulto); R$ 10 (crianças de seis a 12 anos); grátis (até cinco anos); site: www.corcovado.com.br, tel. 0/xx/21/2558-1329.


Pão de Açúcar - "Um passeio lindo." Funciona diariamente, das 8h às 22h; preços: R$ 24 (adulto); R$ 12 (criança de 6 a 12 anos); grátis (criança até cinco anos); site: www.bondinho.com.br; tel. 0/ xx/21/2546-8400 (leia mais na pág.F9).


Fundação Casa de Rui Barbosa - "Tem uma biblioteca infantil que é um encanto, um lugar mágico." A Biblioteca Infanto-Juvenil Maria Mazzetti funciona diariamente de 9h30 às 16h30; site: www.casa ruibarbosa.gov.br; tel. 0/xx/21/ 2537-0036.


Museu da República - "Sua brinquedoteca oferece lições de cidadania, pois a criança aprende a cuidar do que é público, do que não é dela." Site: www. museudarepublica.org.br; tel. 0/ xx/21/2558-6350; brinquedoteca (de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h; sábados, das 9h às 12h). Tel.:0/xx/21/9263-4252.

(continua)

Folha de S.Paulo, 21/10/2002, caderno Turismo, Maristela do Valle, pág. F8.

posted by Eduardo Pereira at 16:28

 
RIO MIRIM
Autora de guia considera metrópole generosa por oferecer vasta programação ao ar livre e em centros culturais

Cidade não deixa criança ficar parada

O Jardim Botânico, o Zoológico e o Baixo Bebê, parquinho montado na praia do Leblon, são passeios clássicos para quem vai passar um fim de semana no Rio com os filhos. Porém a cidade também não deixa as famílias órfãs de programas quando está chovendo, já que seus museus e bibliotecas organizam atividades para os pequenos e sempre há diversas opções de peças infantis em cartaz.
"O Rio é muito generoso porque oferece uma vasta programação ao ar livre e nos seus centros culturais. É sempre possível fazer um passeio muito legal sem gastar muito", comenta Christiana Tavares, autora do "Guia do Rio de Janeiro com Crianças", da Casa da Palavra (leia mais nesta pág.).
"A Casa da Ciência, o Centro Cultural Banco do Brasil e o Planetário da Gávea sempre oferecem uma programação às crianças", comenta a autora, que, em entrevista à Folha, listou seus programas infantis preferidos no Rio.

Jardim Botânico - "Quando minha filha Joana era pequena, adotei o Jardim Botânico como quintal da minha casa. A criança pode andar descalça, pois não há areia suja. O local oferece sombra, lanchonete, segurança e conforto ao ar livre", diz Christiana. As crianças ainda podem brincar num parquinho com casinha de boneca, balanço e gangorra. Funciona diariamente, das 8h às 17h; tel. 0/ xx/21/2294-9349; site www.jbrj. gov.br; ingresso: R$ 4; grátis para crianças de até sete anos.

Parque Lage - "É um jardim muito bem cuidado que não tem os defeitos das pracinhas do Rio, como cocô de cachorro, pombos ou ratos." O local tem lagos e cavernas nas quais as crianças se divertem. A sede abriga o Núcleo de Crianças e Jovens da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Funciona diariamente, das 9h às 17h; tel. 0/xx/21/2530-5065.

Lagoa Rodrigo de Freitas - "Há vários pontos muito agradáveis para crianças, como o parque dos Patins (onde há brinquedos principalmente para crianças com mais de seis anos) e o Corte do Cantagalo, perto do qual há um playground." Próximo ao parque da Catacumba há pedalinhos e aluguel de bicicletas e, em volta do espelho-d'água, cuja vista é belíssima, cariocas e visitantes praticam caminhada e jogging.

Jardim Zoológico - "Sempre é um passeio bacana. O restaurante costuma ter uma comidinha simples, mas muito honesta." Com mais de 2.100 animais, o zôo fica no parque da Quinta da Boa Vista, antiga residência da família imperial portuguesa. Funciona de terça a domingo, das 9h às 16h30; tel. 0/xx/21/2569-2024; site: www.rio.rj.gov.br/riozoo; ingresso: R$ 4 (terça a sexta); R$ 5 (sábados, domingos e feriados); grátis (criança até 1 m).

(continua)

Folha de S.Paulo, 21/10/2002, caderno Turismo, Maristela do Valle, pág. F8.

posted by Eduardo Pereira at 16:27

Sexta-feira, Outubro 11, 2002

 
Índia



Silhueta do Taj Mahal ao pôr-do-sol, em Agra

Fonte Folha de S. Paulo, São Paulo, segunda-feira, 23 de setembro de 2002, caderno Turismo, foto de Jayanta Shaw - 17.mar.2000/Reuters



posted by Eduardo Pereira at 20:12

 
Rio Meu Amor



DO AR A paisagem carioca, dominada pelo morro do Pão de Açúcar e pela baía da Guanabara, vista a partir de passeio em helicóptero

Fonte Folha de S. Paulo, São Paulo, segunda-feira, 08 de abril de 2002, caderno Turismo, foto de Silvio Cioffi/Folha Imagem


posted by Eduardo Pereira at 19:51

 
Rio Meu Amor

Águas de Copacabana

Fonte Folha de S. Paulo, São Paulo, segunda-feira, 08 de abril de 2002, caderno Turismo, foto de Alexandre Campbell/Folha Imagem.

posted by Eduardo Pereira at 19:48

Quinta-feira, Outubro 10, 2002

 
Site

São Paulo ganha novo portal turístico

São Paulo - Guarde bem este site: www.turismopaulista.sp.gov.br. Lançado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo na semana passada, é o maior portal turístico dos municípios do Estado de São Paulo. As cidades estão divididas em quatro categorias: estâncias turísticas, municípios com infra-estrutura, com potencial turístico e em fase de desenvolvimento. Para cada uma, ficha completa com localização, clima, distâncias e, claro, as atrações. Quem quiser se aprofundar consegue outras informações como artesanato local, folclore, fotos e história. No site, ainda há a possibilidade de consultar mapas, disponíveis para visualização e download.

Jornal da Tarde, 10/10/2002, caderno Turismo.

posted by Eduardo Pereira at 17:29

 
Guia
Chega às bancas o Guia Brasil 2003

São Paulo - Lançado ontem pelo Guia 4 Rodas, o Guia Brasil 2003 chega às bancas com mais de 18 mil informações - 4 mil a mais que a edição anterior. Em suas 740 páginas a publicação traz a ficha completa de 5.247 pousadas e 2.234 restaurantes, além de 36 roteiros de viagem e 209 mapas. A edição destaca ainda uma lista dos top 10 nas categorias: cachoeira mais bonita, praias mais agitadas, praias desertas, passeios para crianças, melhores atividades ao ar livre e eventos gastronômicos. À venda por R$ 29,90 em bancas e livrarias ou pelo site www.guia4rodas.com.br. Grátis o mapão do Brasil.

Jornal da Tarde, 10/10/2002, caderno Turismo.

posted by Eduardo Pereira at 17:21

 
Recife


Avenida Boa Viagem

posted by Eduardo Pereira at 17:03

 

a visão do casario da Rua da Aurora, do século 19, às margens do recifense Rio Capibaribe

posted by Eduardo Pereira at 16:59

Sexta-feira, Outubro 04, 2002

 
PACOTE

Agências podem usar o Simples

Governo lança medidas para ativar o turismo
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O governo federal lançou ontem um pacote com seis medidas para estimular a indústria de turismo. Entre elas está a que permitirá que as agências de turismo utilizem o Simples (sistema simplificado de cobrança de tributos federais para micro e pequenas empresas) e a que abre o setor para as linhas de financiamento de exportação.
O Ministério dos Esportes e Turismo estima que cerca de 10 mil empresas poderão ser beneficiadas com a queda da alíquota da Previdência Social de 8% para 3,5% com a adesão das agências ao Simples. A medida provisória que trata do assunto será editada em dez dias.
Fernando Henrique Cardoso ressaltou a importância da inclusão do turismo na Camex (Câmara de Comércio Exterior). Com isso, hotéis, agências, restaurantes e empresas de eventos poderão utilizar linhas de financiamento específicas. "O turismo gera recursos externos em moeda forte e gera empregos, que são talvez as duas áreas mais sensíveis do Brasil", disse FHC.
"Turismo é exportação", resumiu o ministro do Desenvolvimento, Sergio Amaral. Além disso, o turismo passa a integrar a formação dos novos diplomatas e o Itamaraty participará do grupo gestor de turismo do governo.
FHC aproveitou para criticar indiretamente promessas eleitorais de fomento à exportação: "Começam a propor políticas como se fossem iniciar um processo que está em marcha. Nós já reviramos pelo avesso a tendência da balança comercial".
Para FHC, "o famoso gargalo da nossa vulnerabilidade externa" está sendo superado e o superávit comercial deve atingir US$ 10 bilhões até o final do ano -valor US$ 500 milhões acima da expectativa oficial.

Folha de São Paulo, quinta-feira, 03 de outubro de 2002; caderno dinheiro, Leila Suwwan.

posted by Eduardo Pereira at 03:28

 

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